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domingo, 24 de junho de 2012

MIOMA: ENTENDA MELHOR ESTE PROBLEMA


Os miomas são tumores benignos formados por tecido muscular, o qual está presente em diversos órgãos do nosso organismo. No entanto, o local em que ocorre com maior frequência é no útero. “Não se trata de câncer, e a chance de se transformar nessa doença é extremamente baixa. Normalmente, ele acomete mulheres entre os 35 e 45 anos, sobretudo aquelas que não tiveram filhos, mas pode aparecer em idade mais precoce, como na puberdade”, explica o ginecologista Eduardo Schor, diretor da Clínica GERA de Reprodução Assistida e Chefe do Setor de Endometriose da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
A causa do problema ainda não é clara, mas sabe-se que seu desenvolvimento é mais rápido quando o nível do hormônio feminino estrógeno encontram-se elevado. “Entre os sintomas mais comuns estão o aumento do fluxo menstrual, cólicas muito fortes e anemia”, explica o médico. Mas ao contrário do que muitos pensam, há pouca relação entre o mioma e a infertilidade. “O risco existe apenas quando o tumor cresce a ponto de causar alterações na cavidade uterina. Mas essa é uma situação excepcional”, explica Eduardo. E como em grande parte dos casos a doença é assintomática, é importante consultar frequentemente o ginecologista e realizar todos os exames solicitados pelo profissional.
O diagnóstico da doença é feito por meio de ultrassonografia e, em alguns casos, da ressonância magnética. Em relação ao tratamento, no caso do mioma que não apresenta sintomas importantes, o médico poderá optar apenas pelo acompanhamento regular, para verificar a evolução do quadro. Já nas situações em que ele causa danos maiores (como alterações no útero), quando há vários tumores ou ele aumenta muito de volume, poderá haver necessidade de cirurgia. “Porém, uma jovem com pequenos miomas e desejo futuro de gestação não precisa ficar preocupada. O acompanhamento com exames de imagem periódicos para avaliar se há crescimento normalmente é suficiente. A intervenção cirúrgica é recomendada apenas se ele cresce e causa prejuízos ao útero”, tranquiliza o ginecologista. 
Invista na qualidade de vida
Assim como em outras doenças, a prática de atividades físicas regulares é uma grande aliada, já que os exercícios ajudam a diminuir os níveis de estrógeno no organismo. Além disso, vale a pena seguir uma alimentação equilibrada e ficar de olho na sua saúde: observe se houve alteração no fluxo menstrual ou se surgiram outros sintomas que possam indicar a presença da doença. Lembre-se, ainda, de cuidar de sua higiene íntima. Experimente o sabonete Dove Íntimo, que, além de limpar e proteger, deixa uma sensação de frescor e bem-estar prolongado. E para ajudar no diagnóstico precoce e prevenir a evolução do tumor, visite seu ginecologista regularmente. “Muitos casos de miomas podem ser diagnosticados na simples consulta de rotina”, finaliza Eduardo.Fonte http://www.portalvital.com

DE OLHO NA TIREOIDE

Informe SAÚDE
Ela lembra uma borboleta e fica na frente da laringe, na região conhecida como gogó, e pesa cerca de 30 gramas. Mas sua importância é enorme: a tireoide é responsável pela produção dos hormônios que regulam o metabolismo corporal.

Entenda seu funcionamento

A hipófise, uma glândula localizada no cérebro, libera o hormônio tiroestimulante (TSH) para incentivar a tireoide a sintetizar o T3 e o T4, os hormônios tireoidianos que regulam a velocidade do funcionamento do organismo. São eles que controlam os processos que ocorrem no interior de cada célula, interferindo, por exemplo, no controle do peso, no funcionamento do sistema cardiovascular, nervoso e reprodutor. Por isso, quando essa glândula não funciona bem – acelerando ou retardando esses processos – ocorrem vários danos à saúde.
As disfunções: hipotireoidismo e hipertireoidismo
“O hipotireoidismo ocorre quando há diminuição da produção dos hormônios tireoidianos e atinge principalmente as mulheres acima de 30 anos. Entre suas causas, a mais comum, que corresponde a 90% dos casos, é a Tireoidite de Hashimoto, uma doença autoimune que ocorre quando o organismo produz anticorpos que atacam a tireoide”, explica João César de Castro, endocrinologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Quem tem hipotireoidismo sofre da redução dos batimentos cardíacos, sente-se cansado e sonolento. Pode ocorrer aumento de peso, depressão, menstruação irregular e até mesmo alterações da pressão arterial. “Quando diagnosticado, o médico poderá recomendar a reposição do hormônio por meio de medicamento”, conta o médico.
Já o hipertireoidismo ocorre quando há produção excessiva do hormônio tireoidiano. “Essa disfunção é causada sobretudo pela Doença de Graves, que se caracteriza pela presença de um anticorpo no sangue que estimula a produção excessiva desses hormônios. Mas outros problemas, como nódulos e o uso de medicamentos para emagrecer, podem desregular seu funcionamento”, alerta o endocrinologista. Entre seus sintomas, podemos citar: ansiedade, insônia, aumento da frequência cardíaca, sudorese, taquicardia e perda de peso. Segundo João César, “Depois de diagnosticado, o médico pode indicar medicamentos que bloqueiem a produção excessiva do hormônio ou aplicação de iodo radioativo ou cirurgia”.
Para fazer o diagnóstico
“Com um simples exame de sangue, conhecido como dosagem hormonal, é possível verificar a produção dos hormônios TSH, T3 e T4 e avaliar se os níveis estão adequados. Além disso, ele consegue identificar a presença de anticorpos antitireoidianos, que prejudicam o funcionamento da glândula”, explica o endocrinologista. Se houver alguma alteração nos exames laboratoriais, exames complementares como a cintilografia, que consiste em um exame de imagem, faz um mapeamento da glândula e mostra onde ela está trabalhando com menor ou maior intensidade. O ultrassom, por sua vez, detecta a presença de nódulos imperceptíveis no exame clínico, indicando detalhes como aspecto e localização.
Estes exames podem fazer parte do seu check up anual, solicitados pelo endocrinologista – ou até mesmo pelo seu ginecologista. “E durante a consulta, lembre-se de relatar ao médico todos os sintomas, para que ele possa fazer uma avaliação completa sobre o funcionamento de sua tireoide”, aconselha João César. Fonte http://www.portalvital.com

sábado, 23 de junho de 2012

População global tem sobrepeso de 15 milhões de toneladas, diz estudo

Biomassa total da Terra era de 287 milhões de toneladas em 2005.
Americanos são os mais gordos e africanos da Eritreia, os mais leves.
Pesquisa da USP mostra que trabalho dificulta disciplina com dieta (Foto: Reprodução EPTV)
Estudo europeu revela que os países da Américado
Norte concentram a maior biomassa por,
obesidade da Terra (Foto: Reprodução EPTV)
Um estudo feito por europeus e publicado esta semana na revista “BMC Public Health” mostra que os habitantes da Terra acumulavam juntos, em 2005, 15 milhões de toneladas de excesso de peso. Desse total, 3,5 milhões eram por obesidade. O valor equivale à massa de 242 milhões de pessoas com peso médio.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o sobrepeso significa um índice de massa corporal (IMC) superior a 25. O cálculo é feito dividindo-se o peso pelo quadrado da altura.
Em todo o planeta, a biomassa humana adulta há sete anos era de 287 milhões de toneladas. A América do Norte concentrava apenas 6% da população global, mas 34% da biomassa por obesidade. Na contramão, a Ásia reunia 61% de todos os habitantes e 13% da biomassa dos obesos.
Um norte-americano médio pesava aproximadamente 83,3 kg em 2005, enquanto um asiático tinha 58,8 kg. Se todos os países tivessem a mesma distribuição de IMC dos EUA, o aumento da biomassa humana seria de 58 milhões de toneladas, equivalente a 935 milhões de pessoas a mais e necessidades energéticas de 473 milhões de adultos.
Os cientistas concluem que o aumento de gordura da população pode ter as mesmas implicações para a demanda alimentar mundial que 500 mil pessoas extras vivendo sobre a Terra.
G1

Infecção Urinária

Saiba como identificar se o seu xixi é saudável e evitar a infecção urinária
Do G1, em São Paulo

Quando problema se repete muito, pode causar sérios danos aos rins.
Tratamentos e mudanças de hábitos ao urinar são medidas de prevenção.


Fazer xixi é uma maneira natural de o corpo se livrar de bactérias e outros organismos que podem ser prejudiciais à saúde. Se eles ficam dentro da uretra ou da bexiga, podem causar infecção urinária.
Se o problema se repetir muitas vezes ao longo da vida, algo mais comum em mulheres, pode prejudicar os rins. Muitos pacientes que hoje dependem de hemodiálise ou estão na fila de um transplante tiveram inicialmente infecções urinárias. Além disso, 5% das crianças com perda de urina evoluem para infecções e insuficiência renal.
Infecção urinária (Foto: Arte/G1)
Para evitar o problema, é importante observar o seu xixi. Ter uma urina descontrolada após os 4 anos de idade é motivo para ir ao médico, já que nessa idade o corpo já deve conseguir se controlar. Fazer xixi muitas vezes por dia, com intervalos de menos de duas horas, também é sinal de preocupação.
Em crianças após os 4 anos, perder urina durante à noite ainda é normal, mas, se isso acontece com frequência e ao longo do dia, já é necessário um acompanhamento médico para o tratamento. Uma das soluções é colocar um alarme preso à roupa para acordar a criança e obrigá-la a ir ao banheiro de madrugada.
sistema urinário (Foto: Arte/G1)
Já os jovens têm problemas por causa de maus hábitos como a falta de relaxamento suficientemente do esfíncter da uretra, o que impede que parte da urina saia e acabe ficando na bexiga ou retornando aos rins, o que motiva a infecção. Outro hábito ruim é fazer xixi em pé ou, no caso das crianças, sem estar com os pés apoiados no chão. Na hora de passar o papel higiênico, a dica é sempre se limpar de frente para trás. Fora isso, urinar sem privacidade também pode comprometer a eliminação. Ao contrário do que muitas pessoas dizem, as relações sexuais não causam infecção urinária. O problema está na fricção do ato, que leva bactérias para dentro da uretra e, de lá, para o restante do sistema urinário. Por isso, quanto mais lubrificada estiver a mulher, melhor. Além disso, fazer xixi após a relação pode ajudar, porque ele “lava” a uretra. Outro fator que contribui para a infecção urinária é a prisão de ventre, porque a contração do esfíncter anal é controlada pelo mesmo nervo que coordena o esfíncter da uretra. Ou seja, o esforço para evacuar pode danificar também a uretra e dificultar o relaxamento na hora do xixi. Nos homens após os 50 anos, o aumento de vezes ao urinar pode indicar o crescimento da próstata, que também deve ser investigado. Para combatê-lo, existem medicamentos e, dependendo da causa desse aumento (um câncer, por exemplo), é indicada a operação. Os tratamentos disponíveis para a infecção urinária de repetição focam principalmente nas mudanças de hábitos e em treinamento para relaxar o esfíncter, com fisioterapia. Em alguns casos, são necessários antibióticos, mas não se devem abusar deles. Isso porque 25% das bactérias já são resistentes aos remédios do grupo das quinolonas, 50% à ampicilina e 50% à sulfa.

sábado, 5 de maio de 2012

Cuidados com a SAÚDE

+Dicas de Saúde
É comum se associar doenças do coração ao estreitamento das artérias, mas esse é apenas um tipo de problema cardiovascular. Tudo aquilo que afeta a estrutura ou o funcionamento do coração é uma doença cardiovascular:
Doença arterial coronariana (inclui o ataque do coração)
Alterações nos batimentos cardíacos (arritmias)
Parada cardíaca
Doenças nas válvulas
Doenças cardíacas congênitas
Cardiomiopatia
Pericardite
Disfunções na aorta (síndrome de Marfan)
Doenças vasculares
Cada tipo de doença do coração tem diferentes sintomas, embora muitos sejam semelhantes. Os sintomas que você irá sentir dependem do tipo ou do grau de gravidade do seu problema. Consira a seguir os principais sinais dos males mais comuns e não deixe de procurar um médico se notar alguma diferença no seu organismo.
Doença arterial coronariana
O sintoma mais comum é a angina. A angina pode ser descrita como um desconforto, peso, pressão, dor, queimação ou aperto no peito. Pode até ser confundida com indigestão ou azia. Apesar de ser mais sentida no peito, ela também pode ocorrer nos ombros, braços, pescoço, garganta, mandíbula ou costas. Outros sintomas da doença arterial coronariana que podem ocorrer são:
Falta de ar, palpitação (batimentos cardíacos irregulares ou batimentos pulados)
Aceleração dos batimentos, fraqueza ou vertigem, náuseas e suadouro.
Ataque do coração
Os sintomas podem ser:
Desconforto, pressão, peso ou dor no peito, braço ou abaixo do peito
Desconforto que se irradia para as costas, mandíbula, garganta ou braço
Indigestão ou azia
Suador, náusea, vômito ou tontura
Fraqueza extrema, ansiedade ou falta de respiração
Batimentos cardíacos rápidos ou irregulares
Durante um ataque do coração, os sintomas duram cerca de 30 minutos ou mais e não são aliviados com o repouso ou com medicação oral. Os sintomas iniciais podem começar com um leve desconforto que progride para dor. Algumas pessoas têm um ataque do coração sem ter nenhum sintoma. Pode acontecer com qualquer pessoa, mas é mais comum entre diabéticos.


O que é Alcoolismo?
Alcoolismo é a dependência do indivíduo ao álcool, considerada doença pela Organização Mundial da Saúde. O uso constante, descontrolado e progressivo de bebidas alcoólicas pode comprometer seriamente o bom funcionamento do organismo, levando a conseqüências irreversíveis.
A pessoa dependente do álcool, além de prejudicar a sua própria vida, acaba afetando a sua família, amigos e colegas de trabalho.
O que é o abuso de álcool?
O abuso de álcool é diferente do alcoolismo porque não inclui uma vontade incontrolável de beber, perda do controle ou dependência física. E ainda o abuso de álcool tem menos chances de incluir tolerância do que o alcoolismo (a necessidade de aumentar as quantias de álcool para ficar "alto").                                              Complicações possíveis
Efeitos do álcool - O álcool encontrado nas bebidas é o etanol, uma substância resultante da fermentação de elementos naturais. O álcool da aguardente vem da fermentação da cana-de-açúcar, e o da cerveja, da fermentação da cevada, por exemplo. Quando ingerido, o etanol é digerido no estômago e absorvido no intestino. Pela corrente sanguínea suas moléculas são levadas ao cérebro.
Cuidados O que é Diabetes?
O Diabetes é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos. A insulina é produzida pelo pâncreas e é responsável pela manutenção do metabolismo da glicose. A falta desse hormônio provoca déficit na metabolização da glicose e, consequentemente, diabetes. Caracteriza-se por altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia) de forma permanente.
Infográfico diabetes
Tipos 1: causado pela destruição das células produtoras de insulina, em decorrência de defeito do sistema imunológico em que os anticorpos atacam as células que produzem a esse hormônio. Ocorre em cerca de 5 a 10% dos pacientes com diabetes.
Saiba mais
Tipos 2: resulta da resistência à insulina e de deficiência na secreção de insulina. Ocorre em cerca de 90% dos pacientes com diabetes.
Diabetes Gestacional: é a diminuição da tolerância à glicose, diagnosticada pela primeira vez na gestação, podendo - ou não - persistir após o parto. Sua causa exata ainda não é conhecida.
Outros tipos: são decorrentes de defeitos genéticos associados a outras doenças ou ao uso de medicamentos. Podem ser: defeitos genéticos da função da célula beta; defeitos genéticos na ação da insulina; doenças do pâncreas exócrino (pancreatite, neoplasia, hemocromatose, fibrose cística etc.); defeitos induzidos por drogas ou produtos químicos (diuréticos, corticoides, betabloqueadores, contraceptivos etc.).
Fonte: FARO FINO