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domingo, 6 de maio de 2012

Nível baixo de testosterona aumenta a predisposição de “diabetes” em homens


Baixos níveis de testosterona nos homens pode aumentar o risco de desenvolver diabetes, afirma um estudo da Universidade de Edimburgo.

Os cientistas chegaram a essa conclusão quando descobriram que níveis baixos de testosterona estão ligados a resistência à insulina - principal sintoma do diabetes. A insulina é um hormônio que controla os níveis de açúcar no sangue. Pesquisas anteriores mostram que a testosterona alterada também aumenta o risco de obesidade, outro fator de risco do diabetes.

O hormônio masculino está presente em todo o corpo e age sobre as células de gordura através de moléculas conhecidas como receptores de andrógenos, que permitem que a testosterona ative genes ligados à obesidade e ao diabetes.

Os pesquisadores fizeram testes em camundongos nos quais a função da testosterona no tecido adiposo foi alterada. Com isso, os animais passaram a ter maior probabilidade de ter resistência à insulina, independentemente do peso, comparados aos camundongos com níveis de testosterona normais.

As descobertas da Universidade de Edimburgo também ajudam a explicar por que os homens mais velhos correm mais risco de desenvolver diabetes, já que os níveis de testosterona caem à medida que envelhecem.
 

"Nós sabemos que homens com baixos níveis de testosterona estão mais propensos a se tornarem obesos e de desenvolver diabetes. Esse estudo mostra que baixos níveis de testosterona é um fator de risco para diabetes não importando quanto uma pessoa pesa”.

Fonte: G1, em São Paulo.

sábado, 5 de maio de 2012

Cuidados com a SAÚDE

+Dicas de Saúde
É comum se associar doenças do coração ao estreitamento das artérias, mas esse é apenas um tipo de problema cardiovascular. Tudo aquilo que afeta a estrutura ou o funcionamento do coração é uma doença cardiovascular:
Doença arterial coronariana (inclui o ataque do coração)
Alterações nos batimentos cardíacos (arritmias)
Parada cardíaca
Doenças nas válvulas
Doenças cardíacas congênitas
Cardiomiopatia
Pericardite
Disfunções na aorta (síndrome de Marfan)
Doenças vasculares
Cada tipo de doença do coração tem diferentes sintomas, embora muitos sejam semelhantes. Os sintomas que você irá sentir dependem do tipo ou do grau de gravidade do seu problema. Consira a seguir os principais sinais dos males mais comuns e não deixe de procurar um médico se notar alguma diferença no seu organismo.
Doença arterial coronariana
O sintoma mais comum é a angina. A angina pode ser descrita como um desconforto, peso, pressão, dor, queimação ou aperto no peito. Pode até ser confundida com indigestão ou azia. Apesar de ser mais sentida no peito, ela também pode ocorrer nos ombros, braços, pescoço, garganta, mandíbula ou costas. Outros sintomas da doença arterial coronariana que podem ocorrer são:
Falta de ar, palpitação (batimentos cardíacos irregulares ou batimentos pulados)
Aceleração dos batimentos, fraqueza ou vertigem, náuseas e suadouro.
Ataque do coração
Os sintomas podem ser:
Desconforto, pressão, peso ou dor no peito, braço ou abaixo do peito
Desconforto que se irradia para as costas, mandíbula, garganta ou braço
Indigestão ou azia
Suador, náusea, vômito ou tontura
Fraqueza extrema, ansiedade ou falta de respiração
Batimentos cardíacos rápidos ou irregulares
Durante um ataque do coração, os sintomas duram cerca de 30 minutos ou mais e não são aliviados com o repouso ou com medicação oral. Os sintomas iniciais podem começar com um leve desconforto que progride para dor. Algumas pessoas têm um ataque do coração sem ter nenhum sintoma. Pode acontecer com qualquer pessoa, mas é mais comum entre diabéticos.


O que é Alcoolismo?
Alcoolismo é a dependência do indivíduo ao álcool, considerada doença pela Organização Mundial da Saúde. O uso constante, descontrolado e progressivo de bebidas alcoólicas pode comprometer seriamente o bom funcionamento do organismo, levando a conseqüências irreversíveis.
A pessoa dependente do álcool, além de prejudicar a sua própria vida, acaba afetando a sua família, amigos e colegas de trabalho.
O que é o abuso de álcool?
O abuso de álcool é diferente do alcoolismo porque não inclui uma vontade incontrolável de beber, perda do controle ou dependência física. E ainda o abuso de álcool tem menos chances de incluir tolerância do que o alcoolismo (a necessidade de aumentar as quantias de álcool para ficar "alto").                                              Complicações possíveis
Efeitos do álcool - O álcool encontrado nas bebidas é o etanol, uma substância resultante da fermentação de elementos naturais. O álcool da aguardente vem da fermentação da cana-de-açúcar, e o da cerveja, da fermentação da cevada, por exemplo. Quando ingerido, o etanol é digerido no estômago e absorvido no intestino. Pela corrente sanguínea suas moléculas são levadas ao cérebro.
Cuidados O que é Diabetes?
O Diabetes é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos. A insulina é produzida pelo pâncreas e é responsável pela manutenção do metabolismo da glicose. A falta desse hormônio provoca déficit na metabolização da glicose e, consequentemente, diabetes. Caracteriza-se por altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia) de forma permanente.
Infográfico diabetes
Tipos 1: causado pela destruição das células produtoras de insulina, em decorrência de defeito do sistema imunológico em que os anticorpos atacam as células que produzem a esse hormônio. Ocorre em cerca de 5 a 10% dos pacientes com diabetes.
Saiba mais
Tipos 2: resulta da resistência à insulina e de deficiência na secreção de insulina. Ocorre em cerca de 90% dos pacientes com diabetes.
Diabetes Gestacional: é a diminuição da tolerância à glicose, diagnosticada pela primeira vez na gestação, podendo - ou não - persistir após o parto. Sua causa exata ainda não é conhecida.
Outros tipos: são decorrentes de defeitos genéticos associados a outras doenças ou ao uso de medicamentos. Podem ser: defeitos genéticos da função da célula beta; defeitos genéticos na ação da insulina; doenças do pâncreas exócrino (pancreatite, neoplasia, hemocromatose, fibrose cística etc.); defeitos induzidos por drogas ou produtos químicos (diuréticos, corticoides, betabloqueadores, contraceptivos etc.).
Fonte: FARO FINO

O FINO DA NOTICIA NO FARO DOS BLOGS

Informativo FARO FINO
Aos amigos internautas que acessam o blog FARO FINO, muito obrigado pelos constantes acessos e visitas. Sinto-me honrado pelo apoio de cada um dos internautas que acessam de vários lugares e que enviam seus e-mails, alguns parabenizando pela apresentação do blog e outros fazendo sugestões para construir um blog mais eficaz, e eu tenho acatado as sugestões de cada um de vocês, muito obrigado. Outros abordam temas com palavras pejorativas endereçado a alguém em questão dos fatos. Quando criei o blog FARO FINO, o fiz assim para promover as informações que trouxessem amplos conhecimentos de vários segmentos da sociedade na intenção de informar cada leitor através de uma boa noticia! Tenho me reportado e publicado matérias de vários blogs, por acreditar e entender, que fazem parte de uma rede da blogosfera, que promovem informação em tempo real com os internautas. 
Recebo diariamente muitos e-mails de pessoas revoltadas com a situação politica de sua cidade e região, pessoas indignadas com seu gestor por não fazer uso da máquina em defesa da melhoria e qualidade de vida para seu povo, recebo, apelos de pessoas que denunciam determinados políticos, e outros, mas, não se identificam para validar a denuncia e fazer a mesma ter seu valor perante as autoridades constituídas, usando anonimamente um disfarce. Não quero aqui cessar o direito de cada internauta expressar sua ideologia, por acreditar que o mesmo, não se expõe, para não sofrer retaliações pelos denunciados. Porém tenho que levar as informações precisas e repassar ao leitor do meu blog, principalmente, o respeito e dignidade, em que estou apresentando no momento. Volto a afirma que o FARO FINO não foi criado para depreciar as pessoas, e sim mostrar as qualidades e coisas boas. Em nenhum momento, passou pela minha cabeça tais ações. Amigos do FACEBOOK tem visitado o FARO FINO e repassado a outros amigos, muito obrigado a todos os internautas.

Obrigado pela compreensão de todos.
InfoFarma - Texto cópiado do blog Faro Fino

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Ministério da Saúde assegura aprimorar gestão da Assistência Farmacêutica

O Ministério da Saúde lançou o Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica no âmbito do SUS (Qualifar-SUS) destinado a qualificar a gestão dos serviços farmacêuticos no Sistema Único de Saúde (SUS). A ação foi pactuada durante reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) do SUS, que reúne representantes do ministério, e das secretarias de saúde estaduais e municipais. O objetivo da ação é aprimorar a distribuição de medicamentos, principalmente em localidades de maior pobreza, ampliando e tornando mais eficiente o acesso da população a esses produtos.

O programa vai ser executado por meio de quatro eixos – cuidado, educação, estrutura e informação -, e vai incluir ações de estruturação física dos serviços de assistência farmacêutica, de capacitação e de aprimoramento dos processos e práticas de trabalho adotados pelas gestões locais. Municípios que integram o Brasil Sem Miséria, programa do governo de combate à pobreza, serão priorizados.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Carlos Gadelha, ressalta a importância de uma ação nacional integrada de estímulo ao aprimoramento da assistência farmacêutica no país. “Além de capacitarmos profissionais a fim de promovermos a adoção de boas práticas farmacêuticas em todos os cantos do país, vamos investir na estruturação das unidades de saúde onde os medicamentos são retirados pelos usuários, e na organização da logística de distribuição dos produtos”, declara o secretário.

Inicialmente, em 2012, serão executadas ações de estruturação em 20% dos municípios do programa Brasil Sem Miséria com até 100 mil habitantes. Serão contemplados 453 municípios – 377 com até 25 mil habitantes, 56 com 25 a 50 mil habitantes e 20 com 50 a 100 mil habitantes. Os municípios que aderirem e forem habilitados e selecionados para participar do programa vão receber recursos destinados à aquisição de equipamentos e ao custeio dos serviços. Também serão capacitados profissionais por meio do curso à distância do sistema HÓRUS. Para o ano de 2012, o Ministério da Saúde prevê o investimento de R$ 17 milhões no programa.

EFICIÊNCIA NA DISTRIBUIÇÃO 

Entre os benefícios que o Qualifar-SUS traz, está o estímulo à implantação, nos municípios participantes, do sistema HÓRUS, software desenvolvido pelo próprio Ministério da Saúde usado na gestão do fluxo de medicamentos e insumos, e que permite o controle de estoque, o conhecimento do perfil de consumo, o acompanhamento do uso dos medicamentos, entre outras vantagens. “Esse sistema possibilita a gestão de uma assistência farmacêutica eficiente e econômica, ampliando e otimizando o acesso da população a produtos essenciais à saúde”, explica o secretário Gadelha. Até o momento, 1.349 secretarias municipais e 19 secretarias estaduais já aderiam ao HÓRUS.

Fonte: Ministério da Saúde

sábado, 28 de abril de 2012

Nova diretoria à frente do IESPES

A Fundação Esperança através de seu conselho diretor nomeou a Professora Mestre Deliana Santos como a nova diretora geral do Instituto Esperança de Ensino Superior (IESPES), permanecendo também na função de coordenadora acadêmica. O Professor Marcos Moura Gentil é o novo diretor adjunto. Parabéns a ambos.

"Remendo do INFOFARMA": Desejamos os mais sinceros votos de sucesso à nova diretoria do IESPES.









Fonte: Blog: "Coisas de Esperança-Fundação Esperança" http://coisasdeesperanca.blogspot.com.br/
Colaborador: Steven Alexander

SENADO X CFF – BRIGA ENTRE GIGANTES


Senado acata comercialização de medicamentos em supermercados e põe saúde da população em risco

O perigo relacionado à venda de medicamentos em supermercados volta a rondar a população brasileira. O Plenário do Senado acaba de aprovar o Projeto de Lei de conversão 7/2012, decorrente da Medida Provisória (MP) 549/2011, facultando a comercialização de MIPs (Medicamentos Isentos de Prescrição), em supermercados, armazéns, empórios e lojas de conveniência. “Estamos perplexos, diante de um retrocesso tão grande que, certamente, colocará em risco a saúde dos brasileiros”, declarou o Presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Walter Jorge João. A sua esperança está no veto presidencial. “Acreditamos no bom senso da Presidenta Dilma Rousseff”, declarou.
Deputado Sandro Mabel (PMDB-GO)

A MP 549/11 isenta do pagamento do PIS/Pasep e Cofins 22 produtos destinados a pessoas com deficiência. Quando esteve, na Câmara, a MP ganhou um dispositivo do Deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), autorizando a venda de medicamentos fora das farmácias e drogarias. Naquela Casa legislativa, o texto de Mabel foi rejeitado por 246 votos a 81 e duas abstenções.


No Senado, onde foi votada e aprovada, hoje (25.04.12), às 17h53, a matéria levou a denominação de MP 549-B. A decisão dos senadores, de acordo com o Presidente do CFF, é “perniciosa”. Segundo ele, medicamento não é uma mercadoria qualquer que possa ser oferecida ao público, sem nenhum controle sanitário. “A decisão do Senado é uma indução à automedicação e ao uso irracional desses produtos”, alertou Walter Jorge.

Mas ponderou que os Senadores podem não ter sido bem orientados, ou não tiveram tempo para conhecer a matéria em sua inteireza, vez que a Medida Provisória traz como foco a isenção da carga tributária para produtos dirigidos a pessoas com deficiência, o que, de fato, tem um grande alcance social. “O problema é que, no meio da MP, foi incluída a venda de medicamentos em supermercados, o que eu inclusive considero um aditivo fora de contexto e que, certamente, não foi observado pelos Senadores”, previu Walter Jorge.
A preocupação do Conselho Federal de Farmácia é quanto aos perigos a que será exposta a população. Dr. Walter Jorge observa que o brasileiro já figura entre os povos que mais se automedicam, situação que gera um alto número de intoxicações medicamentosas.

Vender medicamentos isentos de prescrição, em estabelecimentos não identificados com a saúde, fora do controle sanitário e na ausência do farmacêutico, responsável pela orientação sobre o uso correto desses produtos, segundo o dirigente do CFF, só tem uma explicação: atender ao interesse econômico.

Walter Jorge lembra que, há mais de 20 anos, o setor supermercadista vem pressionando o Legislativo e o Governo, com vistas a obter autorização para comercializar medicamentos, com vistas a aumentar a sua margem de lucro. “Será uma farra do interesse em cima da saúde do povo brasileiro, que passará a comprar medicamento a rodo, motivado por campanhas publicitárias do tipo leve três e pague dois. Mas temos uma grande esperança em que a Presidente Dilma Rousseff vete essa aberração, sob pena de o Governo perder o controle no setor de saúde”, advertiu o Presidente do CFF.

Outra advertência de Dr. Walter Jorge dirigida à população é quanto ao “mito” de que medicamentos isentos de prescrição não fazem muito mal. Ele declara: “Não há um único medicamento que não possa provocar reação adversa, em maior ou menor grau.

Presidente do CFF
O Presidente do CFF lembrou, ainda, que o País está discutindo a logística reversa cujo objetivo é descartar corretamente os medicamentos. É uma ação na qual as farmácias têm um papel preponderante, vez que o descarte seria feito pelos usuários dos produtos, nos estabelecimentos farmacêuticos que, por sua vez, promoveriam a destinação final. “Agora, imagine o leitor se uma mercearia vai promover o descarte correto de medicamentos”, ironizou.

Dr. Walter Jorge adiantou que irá procurar as autoridades sanitárias e as lideranças farmacêuticas, com vistas a desencadear medidas urgentes que levem ao veto presidencial. “Todas as autoridades sanitárias, profissionais da saúde e sociedade estarão unidos em favor do veto presidencial, porque o maior interesse a se defender é o da preservação da saúde da população”, previu o Presidente do CFF.
 
Fonte: CFF - Data: 25/04/2012
Colaboração: Pelo jornalista Aloísio Brandão, Assessor de Imprensa do CFF